Levante da Educação

Após de um milhão de pessoas protestarem no dia 15 de maio, novas mobilizações estão marcadas para o dia 30 deste mês

Foto: Mídia Ninja

No último dia 30 de abril, o ministro da Educação Abraham Weintraub declarou que cortaria 30% do orçamento das universidades federais que provocassem “balbúrdia” em seus campi, citando nominalmente a Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Federal da Bahia (UFBA) e a Universidade Federal Fluminense (UFF). No dia seguinte, o secretário de Educação Superior da pasta, Arnaldo Barbosa de Lima Junior, afirmou que o corte se estenderia “de forma isonômica para todas as universidades”.

Durante duas semanas, estudantes, professores e servidores de universidades de todo o Brasil se mobilizaram em reação a essa medida e sinalizaram uma paralisação nacional para esta quarta-feira (15). Trabalhadores de diversas categorias se somaram à organização da jornada de lutas, que levou mais de um milhão de pessoas às ruas de cidades em todos os estados brasileiros. Foi a maior manifestação popular desde a eleição de Jair Bolsonaro (PSL), tendo sido registrada em cerca de 200 cidades.

Veja neste especial do Brasil de Fato como foi o dia de manifestações pelo país, encarado como um "esquenta" para a greve geral de 15 de junho, contra o desmonte da Previdência e os retrocessos promovidos pelo presidente de extrema direita.

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