Literatura de terror

Conheça a primeira mulher brasileira indicada à final do Book Prize, prêmio internacional de literatura

Roteirista e autora de nove livros, a carioca Ana Paula Maia foi indicada pela obra Assim na Terra Como Embaixo da Terra

No audio source provided.
Ana Paula Maia: 'É preciso ter fidelidade e cumplicidade com suas histórias e personagens'
Ana Paula Maia: ‘É preciso ter fidelidade e cumplicidade com suas histórias e personagens’ | Crédito: Pablo Contreras

Com o livro Assim na Terra como Embaixo da Terra, a escritora Ana Paula Maia é uma das finalistas do prêmio International Booker Prize de 2026, que premia obras literárias traduzidas para o inglês. 

Maia é a primeira mulher brasileira indicada para  a premiação, que acontece no dia 19 de maio. Ao Conversa Bem Viver, ela comenta sobre a responsabilidade de carregar esse prestígio. 

“Se você escrever pensando apenas em ter muitos leitores, está frito; é preciso fazer por amor àquilo em que acredita. É preciso ter fidelidade e cumplicidade com suas histórias e personagens, senão você não avança. Essa indicação fala de uma autora que tem muito compromisso com o que faz”, comemora. 

O livro, cujo gênero é terror e aborda sobre violência, foi traduzido para o inglês pela canadense Padma Viswanathan.

Confira a entrevista completa:

Brasil de Fato: A literatura de terror e horror é um gênero pouco comentado no Brasil. Você estava esperando ir para a longlist e para a shortlist do International Booker Prize 2026?

Ana Paula Maia: Não estava. O resultado da longlist veio no dia 24 de fevereiro e a shortlist foi no dia 31 de março. A shortlist tem algumas semanas. A gente nunca está esperando, é difícil saber. Como ocorre aqui no Brasil quando há algum prêmio, a editora inscreve o livro e você não faz a menor ideia. Para você ter noção, quando eu ganhei o Prêmio São Paulo de Literatura com esse livro, eu nem fui à cerimônia. Eu estava no Chile, em um evento literário, e lembro que passei o dia inteiro offline. 

Quando cheguei ao hotel, à noite, vi que meu celular recebia muitas mensagens e ali descobri que tinha ganhado. Ou seja, não temos controle sobre essas coisas. Você está viajando, vivendo a vida, e de repente chega a notícia. Com o International Booker Prize foi a mesma coisa: eu estava vivendo a vida e recebi a notícia de que estava na lista. 

Eu nem sabia que o livro estava inscrito; a editora inscreveu e seguiu a vida também. São essas coisas que nos pegam de surpresa. No caso, foi a editora estrangeira, a editora que publicou o livro traduzido para eles.

Este é o seu segundo livro em inglês com essa editora?

Sim, este é o meu segundo livro em inglês com essa editora. O livro que publiquei primeiro foi o De Gados e Homens, que se chama Of Cattle and Men. Em 2024, ele ganhou um prêmio literário lá, chamado Republic of Consciousness. Foi o primeiro prêmio literário que ganhei lá e, depois, ele ganhou, no mesmo ano, um prêmio chamado Cercador, um prêmio pequeno nos Estados Unidos. Então, eu tinha feito uma trajetória de premiação com esse primeiro livro. No segundo livro, ela inscreveu no Booker, arriscou e deu certo.

Aqui no Brasil, você já ganhou duas vezes o Prêmio São Paulo de Literatura, por Assim na Terra como Embaixo da Terra e Enterre Seus Mortos. Além das traduções para o inglês, também há para o espanhol e outras línguas. Na Argentina, seus livros também são muito bem conceituados. Você já leu seus livros em inglês e espanhol para ver se gostou da tradução?

Eu não fico relendo meus livros. Nem em português eu releio muito. É uma condição, mas eu dou uma olhada superficial e sinto que está tudo muito bom, tudo certo. Eu não revisito muito o texto. É como quando você dá uma entrevista e não a assiste depois. Você se distancia, porque começa a encontrar muitas questões críticas e pontos críticos. 

Como já está publicado, é melhor não reler, porque você pode pensar: “Ah, eu poderia ter feito isso melhor”. E, de fato, as edições ficaram bonitas, pelo menos as capas. Eu ainda não as peguei fisicamente, mas ficaram bem chamativas e tenho certeza de que agradaram ao público também.

Embora faça quase 10 anos que o livro foi publicado, é um tema que segue atual. É um livro que traz muito sobre como o “Brasil colônia” é um passado que o Brasil não superou, porque conta a história de uma colônia penal, um presídio, em que o comandante literalmente caça os detentos como se fosse uma brincadeira, como se fossem animais. Sua intenção era de fato fazer essa denúncia?

Quando eu decidi escrever essa história, durante o processo de pesquisa, foi muito difícil desconectar a questão escravagista da questão prisional e do sistema carcerário no Brasil. Lembro que vi uma representação artística de um navio negreiro, uma pintura, e, quando você a coloca lado a lado com uma foto de uma cela de presídio, vê que se parecem muito

Esses conceitos foram vindo gradativamente. É uma questão também muito ligada às Américas. Na época da pesquisa — não sei hoje —, os Estados Unidos eram o país com a maior população carcerária do mundo, com mais de um milhão de pessoas. Há uma relação muito forte com as Américas quanto a essa questão prisional, carcerária e da escravidão. 

Esses espaços estão muito desenhados aqui porque falo deste continente. Se você pega a América do Sul, Central e do Norte, nós, neste pedaço do mundo, temos essa relação. Era uma temática que conversava diretamente com as coisas que eu gosto de escrever. Tem uma pegada de Western de que gosto muito e pontos de horror, porque existe um elemento sobrenatural: uma energia, uma densidade, uma manifestação que começa a ocorrer naquele espaço. 

Acredito, inclusive, que já ocorria anteriormente, tanto que havia vários relatos de incêndios e ninguém conseguia se estabelecer ali porque as casas pegavam fogo. O lugar tinha um passado maldito, uma maldição. É um projeto no qual consegui inserir alguns elementos estéticos que aprecio. 

Encontrei um espaço propício para isso. Eu queria falar do sistema carcerário e, principalmente, da vida do Bronco Gil, que é o protagonista da história. Quando decidi falar sobre ele, trouxe-o para o espaço carcerário, para esse espaço de confinamento, e as coisas foram se desenhando. Lembrando que o Bronco Gil é indígena, mestiço de branco com índio, então há também a questão indígena de matança, morte e escravidão. Fui trabalhando todos esses elementos e camadas dentro dessa colônia.

Os Estados Unidos seguem com a maior população carcerária do mundo, com mais de 2 milhões de pessoas. Depois vem a China e o Brasil é o terceiro. Quais são as contradições disso?

Exatamente. Quem realmente cometeu abertamente grandes atrocidades já está solto. As contradições são realmente aterrorizantes. A ideia do livro — que reflete minha postura diante da literatura — não é de ficar julgando. É mostrar o espaço e ver como os personagens agem e reagem. Eu não trabalho com personagens fragilizados ou “bonzinhos”. 

Todos ali são apenados e julgados; todos têm seus crimes e penas. No entanto, às vezes a proporção da pena em relação ao crime é desmedida. O Valdênio, por exemplo, é um homem que morreu na prisão; ele nunca conseguiu sair daquilo e ficou escravizado no sistema. Ele foi completamente moído e nunca teve a chance de ser, de fato, perdoado. 

A vida aqui fora já nem fazia sentido para ele. Quando eu pesquisava para o livro, li muitos relatos e fatos na imprensa e via que havia pessoas que morriam de velhice na prisão porque a vida externa já não fazia sentido. Curiosamente, minha avó materna — minha família é dividida: uma parte é preta e outra é branca — dizia que conheceu ex-escravizados na fazenda da madrinha dela. 

Ela era criança e conheceu essas pessoas que já eram alforriadas, mas que permaneceram lá. Já não fazia sentido ir para outro lugar; a madrinha era boa para eles e eles não tinham como começar a vida em outro local. Minha avó sempre contava que conviveu com eles. Isso é muito parecido com o sistema carcerário: chega um momento em que você está há tanto tempo no sistema que envelhece lá e não faz mais sentido sair. 

Ao longo da vida, fui reunindo referências. Tenho dois lados na família: um lado era o “senhor” e o outro era o escravizado. Tenho essa dicotomia e também o lado indígena. Carrego todo esse pacote. O Bronco Gil faz muito sentido na minha vida. Minha bisavó indígena foi sequestrada quando criança e criada em uma fazenda. 

Ninguém sabe de que tribo ela veio porque, por ser criança e sequestrada, mudaram o nome dela. Carrego todos esses elementos no meu DNA e sinto essa conexão muito forte. Na verdade, me sinto o Brasil inteiro, porque tenho esse Brasil em mim. Não sei se muita gente tem isso tão perto, mas essas histórias estavam na minha casa. 

Eu cresci com tudo isso: a história da família do pai e da mãe. Conheço minhas histórias, boas ou ruins. Fui criada entendendo que fazia parte daquele todo, e acho que isso me motivou a ter uma percepção mais ampla. Eu nunca estava só de um lado ou do outro, porque minha própria casa era muito misturada. 

Eu tinha que ter uma visão mais generalista de tudo. Isso influenciou bastante minha literatura e a maneira como comecei a escrever. Fui trazendo os elementos estéticos com os quais simpatizo, mas tenho o Brasil inteiro atravessado em mim.

Nos filmes, o suspense é mais acessível porque a imagem e o som conduzem a isso, mas fazer isso por meio da escrita é muito complexo. Você é a primeira mulher brasileira indicada ao International Booker Prize. Como você carrega essa responsabilidade?

É difícil, eu não processo muito. Vou vivendo e tentando entregar o meu melhor, mas sei que demoro a assimilar as coisas; é uma característica minha. Tenho um tempo de assimilação. Isso me deu uma “bagunçada” por aqui. Você precisa organizar viagem, dar muitas entrevistas e sair um pouco da rotina. Estou tentando lidar de uma maneira prática e não tão emocional, para não me perder no turbilhão. 

Fico muito feliz por ser com este livro. Em De Gados e Homens, comecei a implementar um pouco de horror. Em Assim na Terra como Embaixo da Terra, implemento mais. Em Enterre Seus Mortos, então, nem se fala; ali abracei o terror. O elemento do horror neste livro eu já consegui trabalhar da maneira que queria. Ele foi classificado como um livro de terror pelo The New York Times em 2025, por volta de agosto ou setembro. 

Isso me trouxe uma alegria profunda, pois percebi que eles notaram isso. Foi uma resenha muito positiva. Eu não podia imaginar o desdobramento, porque o livro estava quieto, tendo sua promoção, mas de forma contida. Isso me indica que o mundo está investindo mais nesse tipo de literatura. 

Vejo pelos finalistas e semifinalistas que há uma conversa com o sobrenatural e com o horror. O horror é um gênero com muitos subgêneros e há sempre um flerte com esse lugar. É um momento de crescimento para o gênero. Isso me traz alegria porque abraçar esse gênero no Brasil é um desafio. 

Se você escrever pensando apenas em ter muitos leitores, está frito; é preciso fazer por amor àquilo em que acredita. É preciso ter fidelidade e cumplicidade com suas histórias e personagens, senão você não avança. Essa indicação fala de uma autora que tem muito compromisso com o que faz. 

Eu não sou uma escritora que fica “tentando” coisas aleatórias; eu foquei nisso e venho construindo essa literatura. Minhas histórias são interligadas; é um universo literário, não apenas um livro isolado. Assim na Terra como Embaixo da Terra faz parte de um universo gigantesco. 

Vou lançar meu décimo livro este ano. É um projeto literário, então é legal porque não celebra apenas este livro, mas todo o meu trabalho. Muitos personagens reaparecem, como o próprio Bronco Gil. Ele está em De Gados e Homens e nos livros seguintes, como De Cada Quinhentos uma Alma e Búfalo Selvagem. É um personagem muito importante na minha obra.

O fato de seus livros priorizarem personagens masculinos — este, por exemplo, só tem homens — é uma tentativa de mostrar que a violência que permeia nossa sociedade há séculos é protagonizada majoritariamente por homens?

Não necessariamente. Eu poderia escrever livros violentos sobre mulheres também. Acho que a violência protagonizada por mulheres é até mais bem articulada, com planejamento e estratégias cerebrais peculiares. O homem é mais aberto, com uma brutalidade mais exposta. No meu caso, tem muito a ver com a estética dos espaços em que trabalho. 

Foi se desenhando por afinidade com o tema. Para mim, funciona melhor escrever sobre protagonistas masculinos nesses espaços determinados. Isso nunca foi um problema, embora me perguntem por que só escrevo sobre homens. Eu tenho essa identificação dentro do espaço que crio e acho maravilhoso poder ir para essa outra vibração. 

Quando estou escrevendo, sinto medo, entro no matadouro e em todos aqueles espaços horríveis com tranquilidade, porque estou embebida naquela dinâmica. É uma sensação intimista. No audiovisual, eu já consigo escrever sobre o protagonismo feminino, mas na literatura o protagonismo tem sido masculino. Talvez um dia mude; não faço esforço para isso nem vejo necessidade, mas, se eventualmente surgir uma história com uma protagonista, eu a escreverei. Não há um projeto desenhado para isso ainda.

Há diversas referências bíblicas presentes em seus livros, especialmente neste, a começar pelo título. Qual é o sentido disso?

O título é Assim na Terra como Embaixo da Terra porque tudo o que ocorre na história acontece, no momento presente, embaixo da terra. Aquelas pessoas que um dia caminharam sobre a terra hoje estão enterradas. É um passado que foi enterrado e que agora se repete. 

O que aconteceu aqui há 100 ou 150 anos está acontecendo de novo. Pensei exatamente nessa correlação. Além disso, todos os meus livros têm referências bíblicas. O espaço rural e os locais precários de poder estatal, tanto no Brasil quanto na América Latina, possuem uma presença muito forte da religiosidade, do catolicismo e do cristianismo de modo geral. 

É difícil estar nesses espaços e não encontrar um santo, uma santa ou um padre que faça diferença na comunidade. Eu gosto muito do interior. Nas oportunidades que tive de viajar pelos interiores do Brasil e pelas fronteiras com o Paraguai e a Bolívia, vi essa força religiosa. Culturalmente, é uma força cristã muito grande. 

É quase impossível estar nesse universo e não utilizar elementos bíblicos como paralelo para a vida dessas pessoas. Por exemplo, agora se fala muito em apocalipse, fim do mundo e três dias de escuridão. Vivemos essa questão cristã no Brasil. Eu gosto muito da Bíblia como texto; é um excelente livro com passagens maravilhosas. 

Gosto de usar esses elementos porque, como estamos no Ocidente, conseguimos decodificá-los. Se eu estivesse no Oriente, provavelmente usaria referências de lá.

Conversa Bem Viver

Em diferentes horários, de segunda a sexta-feira, o programa é transmitido na Rádio Super de Sorocaba (SP); Rádio Palermo (SP); Rádio Cantareira (SP); Rádio Interativa, de Senador Alexandre Costa (MA); Rádio Comunitária Malhada do Jatobá, de São João do Piauí (PI); Rádio Terra Livre (MST), de Abelardo Luz (SC); Rádio Timbira, de São Luís (MA); Rádio Terra Livre de Hulha Negra (RN), Rádio Camponesa, em Itapeva (SP), Rádio Onda FM, de Novo Cruzeiro (MG), Rádio Pife, de Brasília (DF), Rádio Cidade, de João Pessoa (PB), Rádio Palermo (SP), Rádio Torres Cidade (RS); Rádio Cantareira (SP); Rádio Keraz; Web Rádio Studio F; Rádio Seguros MA; Rádio Iguaçu FM; Rádio Unidade Digital ; Rádio Cidade Classic HIts; Playlisten; Rádio Cidade; Web Rádio Apocalipse; Rádio; Alternativa Sul FM; Alberto dos Anjos; Rádio Voz da Cidade; Rádio Nativa FM; Rádio News 77; Web Rádio Líder Baixio; Rádio Super Nova; Rádio Ribeirinha Libertadora; Uruguaiana FM; Serra Azul FM; Folha 390; Rádio Chapada FM; Rbn; Web Rádio Mombassom; Fogão 24 Horas; Web Rádio Brisa; Rádio Palermo; Rádio Web Estação Mirim; Rádio Líder; Nova Geração; Ana Terra FM; Rádio Metropolitana de Piracicaba; Rádio Alternativa FM; Rádio Web Torres Cidade; Objetiva Cast; DMnews Web Rádio; Criativa Web Rádio; Rádio Notícias; Topmix Digital MS; Rádio Oriental Sul; Mogiana Web; Rádio Atalaia FM Rio; Rádio Vila Mix; Web Rádio Palmeira; Web Rádio Travessia; Rádio Millennium; Rádio EsportesNet; Rádio Altura FM; Web Rádio Cidade; Rádio Viva a Vida; Rádio Regional Vale FM; Rádio Gerasom; Coruja Web; Vale do Tempo; Servo do Rei; Rádio Best Sound; Rádio Lagoa Azul; Rádio Show Livre; Web Rádio Sintonizando os Corações; Rádio Campos Belos; Rádio Mundial; Clic Rádio Porto Alegre; Web Rádio Rosana; Rádio Cidade Light; União FM; Rádio Araras FM; Rádios Educadora e Transamérica; Rádio Jerônimo; Web Rádio Imaculado Coração; Rede Líder Web; Rádio Club; Rede dos Trabalhadores; Angelu’Song; Web Rádio Nacional; Rádio SINTSEPANSA; Luz News; Montanha Rádio; Rede Vida Brasil; Rádio Broto FM; Rádio Campestre; Rádio Profética Gospel; Chip i7 FM; Rádio Breganejo; Rádio Web Live; Ldnews; Rádio Clube Campos Novos; Rádio Terra Viva; Rádio interativa; Cristofm.net; Rádio Master Net; Rádio Barreto Web; Radio RockChat; Rádio Happiness; Mex FM; Voadeira Rádio Web; Lully FM; Web Rádionin; Rádio Interação; Web Rádio Engeforest; Web Rádio Pentecoste; Web Rádio Liverock; Web Rádio Fatos; Rádio Augusto Barbosa Online; Super FM; Rádio Interação Arcoverde; Rádio; Independência Recife; Rádio Cidadania FM; Web Rádio 102; Web Rádio Fonte da Vida; Rádio Web Studio P; São José Web Rádio – Prados (MG); Webrádio Cultura de Santa Maria; Web Rádio Universo Livre; Rádio Villa; Rádio Farol FM; Viva FM; Rádio Interativa de Jequitinhonha; Estilo – WebRádio; Rede Nova Sat FM; Rádio Comunitária Impacto 87,9FM; Web Rádio DNA Brasil; Nova onda FM; Cabn; Leal FM; Rádio Itapetininga; Rádio Vidas; Primeflashits; Rádio Deus Vivo; Rádio Cuieiras FM; Rádio Comunitária Tupancy; Sete News; Moreno Rádio Web; Rádio Web Esperança; Vila Boa FM; Novataweb; Rural FM Web; Bela Vista Web; Rádio Senzala; Rádio Pagu; Rádio Santidade; M’ysa; Criativa FM de Capitólio; Rádio Nordeste da Bahia; Rádio Central; Rádio VHV; Cultura1 Web Rádio; Rádio da Rua; Web Music; Piedade FM; Rádio 94 FM Itararé; Rádio Luna Rio; Mar Azul FM; Rádio Web Piauí; Savic; Web Rádio Link; EG Link; Web Rádio Brasil Sertaneja; Web Rádio Sindviarios/CUT.

O programa de rádio Conversa Bem Viver vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 8h, na Rádio Brasil de Fato. A sintonia é 98,9 FM na Grande São Paulo. A versão em vídeo é semanal e vai ao ar aos sábados a partir das 13h30 no YouTube do Brasil de Fato e TVs retransmissoras.

Assim como os demais conteúdos, o Brasil de Fato disponibiliza o programa Bem Viver de forma gratuita para rádios comunitárias, rádios-poste e outras emissoras que manifestarem interesse em veicular o conteúdo. Para ser incluído na nossa lista de distribuição, entre em contato por meio do formulário.

Editado por: luis indriunas

|

Newsletter