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Taxa de mortalidade infantil em Cuba atinge baixa histórica

Para ONU, Cuba é o melhor lugar da América Latina para uma criança nascer; taxa é inferior ao Canadá e Reino Unido

Total registrado em 2017 já era o mínimo histórico, e número continua caindo / Foto: Emran Kassim via Flickr/Creative Commons

Cuba registrou nos primeiros cinco meses deste ano a menor taxa de mortalidade infantil da história do país, anunciou o ministro cubano de Saúde Pública Roberto Morales. A taxa foi de 3,9 por cada mil nascidos vivos.

Segundo Morales, o novo recorde evidencia a consolidação do programa materno infantil e destacou os esforços do governo na atenção primária, junto às mães, em casa, e em unidades intensivas pediátricas. A informação foi divulgada pela agência Prensa Latina na quarta-feira (06/06).

A meta para 2018 é manter a taxa de mortalidade infantil inferior ao mínimo histórico, registrado no ano passado, de 4 mortos para cada mil nascidos vivos. Em 2017, segundo o Departamento de Registros Médicos e Estatísticas de Saúde, ocorreram 114.980 nascimentos (1.892 a menos do que ano anterior) e houve 465 mortes de crianças menores de um ano.

Os números do ano passado já colocavam a ilha entre os países com os menores números na área, se igualando a nações desenvolvidas. Em 2017, o Canadá teve uma taxa maior que a cubana, e os totais registrados no país caribenho equivaliam aos da Dinamarca, do Reino Unido e da Suíça.

Segundo a ONU, Cuba é o melhor lugar para uma criança nascer na América Latina, dada a maior proporção de sobrevivência dentre os nascidos. Completam a lista Antígua e Barbuda, Uruguai, Chile, Costa Rica e Argentina. Haiti e República Dominicana, de acordo com o órgão, são os piores lugares.

Com o passar das décadas, Cuba tem reduzido as taxas de mortalidade. Em 1970, por exemplo, 38,7 crianças em cada mil nascidas morriam antes de completar um ano de idade.

(*) Com Prensa Latina

Edição: Opera Mundi