Desmonte da educação

Professores e estudantes expõem motivos para defesa da Universidade Pública

O corte na educação tem unido ainda mais essas categorias

Brasil de Fato Curitiba (PR)

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Em Curitiba, dia 15 foi marcado por maiores manifestações dos últimos tempos / Giorgia Prates

O corte na educação tem unido ainda mais estudantes, professores, e trabalhadores em geral. Foi o que aconteceu na última manifestação em Curitiba, que ocorreu no dia 15, marcando o maior ato que a cidade viu neste ano. Pelo menos 30 mil pessoas participaram de dois atos no começo e no fim do dia 15. 

Apesar de, após revisão orçamentária, tarefa obrigatória do governo a cada dois meses, o governo federal ter anunciado nesta quarta (22) que vai usar parte dos recursos de reserva orçamentária para desbloquear parte da verba do Ministério da Educação, ainda há um corte de R$ 2,166 bilhões para dos recursos, o que implica diretamente na dinâmica das universidades.

Em palavras de ordem como “É previdência, é educação, tira do povo, mas não tira do patrão”, “Se você paga, não deveria, educação não é mercadoria”, “Doutor eu não me engano, o Bolsonaro é miliciano”, além de muitos slogans contra os cortes na educação, em defesa da universidade pública e gratuita, contra a reforma da previdência, as pessoas mostraram que sabem muito bem o que estão enfrentando neste momento. 





 

 

 

Edição: Laís Melo