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Ciência

No Rio, pesquisadores descobrem soro produzido por cavalos eficaz contra a covid-19

A pesquisa é do Instituto Vital Brazil, em parceria com a UFRJ e Fiocruz; descoberta será anunciada nesta quinta (13)

13.ago.2020 às 15h57
Rio de Janeiro (RJ)
Redação

O resultado dos estudos foi a produção de um soro que, caso aprovado em testes clínicos, poderá ser utilizado no tratamento de pacientes infectados com o vírus - Foto: IVB

Cientistas brasileiros realizaram experimentos com cavalos e descobriram que o plasma sanguíneo dos animais produz anticorpos de 20 a 50 vezes mais potentes dos produzidos em seres humanos. A pesquisa é do Instituto Vital Brazil (IVB), em Niterói, laboratório oficial do governo do estado do Rio, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A descoberta será anunciada oficialmente nesta quinta-feira (13), em sessão científica na Academia Nacional de Medicina.

Durante os experimentos, cinco cavalos foram inoculados com a proteína S recombinante do coronavírus, responsável por sua multiplicação nas células humanas, produzida pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ) em maio. Após 70 dias de observação, quatro dos cinco animais produziram anticorpos neutralizantes dezenas de vezes mais potentes no combate ao vírus do que os encontrados em pacientes infectados anteriormente. A partir do sangue dos cavalos, foi produzido o soro anti-SARS-CoV-2.

“O experimento com o plasma dos cavalos permite que o tratamento seja produzido em grande escala. Os animais não sofrem com o processo de retirada de plasma e, conseguimos, assim, uma grande quantidade de medicamento disponível", explica Adilson Stolet, presidente do Vital Brazil.

Leia mais: Vacina deve começar a ser aplicada no Brasil em fevereiro de 2021, afirma Fiocruz

O resultado dos estudos foi a produção de um soro que, caso aprovado em testes clínicos, poderá ser utilizado no tratamento de pacientes infectados com o vírus. O método é semelhante aos utilizados contra doenças como raiva, tétano e picadas de abelhas, cobras e outros animais peçonhentos como aranha e escorpiões.

Agora, a equipe de pesquisadores espera obter autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar o mais brevemente possível os testes clínicos com humanos, que devem ocorrer nos próximos meses, em parceria com o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR). Além da apresentação prevista para esta quinta (13), Stolet e o presidente da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj), Jerson Lima Silva, anunciarão o depósito de patentes e a submissão da publicação científica dos resultados.

Leia também: Rússia anuncia a primeira vacina contra o novo coronavírus

A pesquisa contou com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro  (Faperj), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Editado por: Jaqueline Deister
Tags: ciênciacovidriodejaneirosaúde
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