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Brasil gera 142 mil vagas de emprego em julho

País tem saldo de 1,1 milhão de vagas criadas no ano, pior resultado desde 2020

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Postos abertos em empresas parceiras no município, com e sem experiência, são para diversos bairros nas zonas Sul, Central, Norte e Oeste | Crédito: Arquivo/Prefeitura do Rio

A economia brasileira gerou 142 mil novos postos de trabalho no mês de julho, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (30). 

Nos primeiros sete meses do ano, o saldo das admissões menos as demissõesé de 1,1 milhão de empregos. 

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Em julho, o saldo positivo foi puxado pelo setor de serviços, que gerou 56.303 postos (39% das novas vagas) e comércio com 26.744 postos (19%).

O Caged ainda aponta que o salário médio real de admissão em julho foi de R$2.032,56, com um aumento de R$ 19 em comparação com o valor de junho e cerca de R$ 40 maior do que o de julho de 2022.

Apenas no Rio Grande do Sul houve queda do emprego formal: -2,1 mil vagas. São Paulo (43,3 mil), Rio de Janeiro (12,7 mil) e Minas Gerais (12,3 mil) foram os estados que mais geraram empregos.

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Das vagas criadas, cerca de dois terços empregaram homens e um terço, mulheres. Houve criação de 452 postos de trabalho para pessoas com deficiência.

O emprego em julho foi positivo para pardos (75 mil vagas), brancos (15,9 mil), pretos (13 mil), amarelos (720) e indígenas (311).

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