MEIO AMBIENTE

Em Pernambuco, universidades se unem na Jornada da Terra, debatendo questões climáticas, justiça ambiental e reforma agrária

Homenagem à Jornada da Terra acontece na Assembleia Legislativa (Alepe), às 18 horas; movimentos sociais e MEC se somam

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O rio Capibaribe corta toda a cidade do Recife, margeado por dezenas de comunidades
O rio Capibaribe corta toda a cidade do Recife, margeado por dezenas de comunidades | Crédito: Andréa Rêgo Barros / Prefeitura do Recife

Na noite desta quarta-feira (22), educadores, estudantes, ativistas e militantes pelo meio ambiente e pela reforma agrária se reúnem na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para o evento em homenagem à Jornada da Terra. A jornada é um ciclo de debates e eventos com duração de três meses, envolvendo universidades públicas pernambucanas — como a UFPE, a UFRPE e a UPE —, o Centro Sabiá, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) e a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

A reunião solene tem início às 18 horas, no auditório Sérgio Guerra, anexo 2 da Alepe, na rua da União, nº 397, na Boa Vista, centro do Recife. Para acessar o edifício, é recomendado o uso de calça. A homenagem foi proposta pela deputada Rosa Amorim (PT), presidenta da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa e jovem militante do Movimento Sem Terra (MST).

Até 22 de julho, as instituições envolvidas na Jornada da Terra promovem uma série de oficinas, rodas de debates e encontros de mobilização. Coletivos, movimentos e outros grupos da sociedade civil podem propor atividades vinculadas à jornada. Basta inscrever a ação através de formulário online (clique aqui). Para mais informações sobre a programação, recomenda-se o contato por meio do e-mail [email protected].

A Jornada da Terra busca engajar mais pessoas na reflexão e nas respostas, visando tanto frear os agentes aceleradores da crise, como também buscar atenuar os impactos desta crise para a vida na Terra.

Na manhã desta quarta-feira (22), a Universidade Federal de Pernambuco já deu início às atividades, com um seminário no Centro de Ciências da Saúde (CCS) cujo tema, “Urgência climática e justiça ambiental: territórios, saberes e futuros possíveis”, deu destaque ao protagonismo dos atores dos territórios na construção de soluções mitigadoras dos efeitos da crise climática. O 22 de abril é considerado o Dia da Terra, marco de luta pelo meio ambiente celebrado em todo o planeta.

Editado por: Vinícius Sobreira

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