Um grupo de jornalistas brasileiros e estrangeiros, inclusive a reportagem do Brasil de Fato, foi barrado e impedido de trabalhar na convenção do PL que consagrou Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência da República pelo partido.
A alegação de assessores do evento que estavam na área de imprensa é que o partido teria autorizado um credenciamento maior do que a capacidade do espaço destinado para o trabalho desses profissionais.
Jornalistas que acompanhavam a agenda do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com o presidente da Argentina, Javier Milei, no Palácio dos Bandeirantes, na zona sul da capital paulista, não conseguiram entrar no ginásio da Arena Pacaembu, na zona oeste da cidade.
A sinalização do espaço era ruim e não permitia que o público entendesse por onde seria a entrada dos setores. Sem informações suficientes, houve tumulto e um grupo derrubou grades para tentar se aproximar de uma das portas de acesso ao ginásio, o que provocou correria, gritos e mais confusão.
A área VIP do evento, que teria capacidade para 100 pessoas, passava de 150 ocupantes. Segundo um segurança ouvido pela reportagem, já havia uma ordem no rádio para que pessoas fossem convidadas a se retirar do local.
