Esta política é revisada regularmente pela direção e coordenação de jornalismo do Brasil de Fato. Última atualização: agosto de 2026.
Como o Brasil de Fato usa Inteligência Artificial
O Brasil de Fato é transparente sobre o uso de ferramentas de Inteligência Artificial (IA) na sua produção jornalística. Esta página explica o que fazemos, o que não fazemos e como o leitor pode identificar quando a IA esteve envolvida em algum conteúdo.
A IA não faz jornalismo
Toda decisão editorial no Brasil de Fato é tomada por jornalistas. A IA não apura, não entrevista, não escolhe o que é notícia e não assina conteúdo. Usamos essas ferramentas para apoiar tarefas operacionais e liberar a equipe para o trabalho jornalístico que exige presença, julgamento e responsabilidade humana.
O que usamos IA para fazer
- Transcrição de áudios e vídeos, com revisão humana obrigatória
- Resumo de documentos extensos e relatórios técnicos
- Apoio em tradução e revisão gramatical
- Produção de notas simples de repercussão, com supervisão editorial
- Análise de grandes volumes de dados em reportagens investigativas, sempre com supervisão humana
- Clippings e resumos de conteúdo jornalístico
As ferramentas utilizadas se enquadram nas categorias de transcrição automatizada, modelos de linguagem para apoio editorial, síntese de voz para produções em áudio e algoritmos de análise de dados. Nenhuma ferramenta é adotada sem avaliação prévia de segurança de dados e alinhamento editorial.
O que nunca fazemos com IA
- Redigir artigos de opinião ou editoriais
- Usar IA como fonte de informação ou para preencher lacunas de apuração
- Publicar textos gerados por IA sem verificação humana
- Realizar entrevistas ou negociações com fontes por meio de bots
- Criar ou disseminar deepfakes — salvo em casos expressamente sinalizados de sátira política ou reconstituição histórica, com aprovação editorial
- Usar reconhecimento facial ou tecnologias similares para especular sobre sentimentos ou intenções de pessoas em nossas reportagens
Como identificar conteúdo com IA
Quando a IA tiver participação substancial na produção de um conteúdo — geração de texto, ilustração ou narração em áudio — o leitor verá uma nota como esta:
“Transparência: Este conteúdo utilizou ferramentas de inteligência artificial para [tipo de uso], sob supervisão da equipe editorial.”
Imagens, vídeos e áudios gerados ou significativamente alterados por IA terão sempre marca d’água ou aviso explícito.
Proteção de fontes e de dados
Nenhuma informação que permita identificar uma fonte protegida será inserida em ferramentas de IA públicas ou comerciais. O sigilo das fontes é inegociável.
O Brasil de Fato também não utiliza ferramentas que coletam dados editoriais para treinar modelos proprietários de empresas de tecnologia sem autorização e sem acordo prévio.
Nossa equipe
Toda a equipe editorial recebe orientação sobre esta política e sobre os riscos e possibilidades do uso de IA no jornalismo. A capacitação é atualizada a cada revisão significativa do documento.
Dúvidas ou questionamentos
Identificou um conteúdo que parece gerado por IA sem identificação? Entre em contato com nossa redação.