Materiais de campanha da candidata ao Senado pelo PSol, Manuela d’Ávila, foram vandalizados em diferentes pontos de Porto Alegre. Entre as peças danificadas estão windbanners que tiveram cortes feitos com lâmina. Em diversos casos, os rasgos atingiram principalmente o rosto da candidata.
A candidata informou, pelas redes sociais, que recorreu à Justiça para tentar identificar os responsáveis pelos ataques.
“Quem vandalizou nossos materiais? Recorremos à Justiça para descobrir os responsáveis por navalhar os nossos banners. Agora, a prefeitura de Porto Alegre e o governo do estado foram intimados a identificar aqueles que praticam violência política” diz trecho do post. Até o momento, não há informação sobre a identidade dos responsáveis.
Materiais são costurados e voltam às ruas
Como resposta ao vandalismo, parte dos materiais danificados foi recuperada pela campanha. Os banners rasgados foram costurados, junto com o movimento Linhas de POA, e recolocados em circulação durante mobilização realizada no domingo (6), em Porto Alegre.
A ação ocorreu durante a agenda de campanha da candidata ao governo do Rio Grande do Sul, Juliana Brizola, que percorreu o Brique da Redenção e a Orla do Guaíba. A atividade reuniu apoiadores, candidatos a cargos legislativos e aliados do chamado Time do Lula no estado.
Em apoio, o candidato a deputado estadual pelo Psol Matheus Gomes publicou um vídeo em que mostra apoiadores costurando os banners vandalizados durante a mobilização. Na publicação, ele afirma: “Nossos inimigos rasgaram o rosto da Manuela d’Ávila nos materiais de campanha de rua por puro ódio. Respondemos assim: costurando os materiais e devolvendo eles às ruas com força, amor e esperança. O ódio não vai vencer. Vamos derrotá-los mesmo com o jogo sujo deles!”
Em vez de descartar as peças danificadas, a equipe optou por recuperá-las e devolvê-las aos espaços públicos. O episódio ocorre em meio à disputa eleitoral de 2026 e à intensificação das agendas de rua das candidaturas na Capital.
