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Covid-19

Análise da semana: CPI teve Witzel atacando Bolsonaro e empresário bolsonarista fujão

Polícia Federal ainda não conseguiu localizar Carlos Wizard, que é alvo de condução coercitiva solicitada pelos senadore

20.jun.2021 às 11h12
São Paulo (SP)
Igor Carvalho

O ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), prestou depoimento à CPI da Covid nesta quarta-feira (16) - Edilson Rodrigues/Agência Senado

A sétima semana da CPI da Covid foi marcada pela fuga de duas importantes figuras do bolsonarismo, o ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel, agora rompido com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas não com seus ideais, e o empresário Carlos Wizard.

Antes, na última terça-feira (15), os senadores da CPI da Covid interrogaram Marcellus Campêlo, ex-secretário de Saúde do Amazonas, que foi atacado por governistas e oposição. Com a ausência do governador amazonense, Wilson Lima (PSC), coube ao seu ex-subordinado a responsabilidade de inaugurar a série de depoimentos sobre a responsabilidade de estados e municípios.

Em relação ao Amazonas, a CPI quer saber em que momento o colapso na rede pública e no abastecimento de oxigênio foi constatado e se havia tempo para buscar uma solução. O petista Rogério Carvalho (SE) criticou Campêlo. “O grande crime está em defender uma medida de controle sanitário ineficaz, que largou brasileiros e brasileiras à própria sorte, ao contágio, à infecção e, por conseguinte, à morte, que fez gestores verdadeiros enxugadores de gelo”.

Guardião dos depoentes até aqui, Marcos Rogério (DEM-RO) dessa vez decidiu atacar e acusou o governo de Wilson Lima de “crime de responsabilidade”. A tática não é difícil de compreender. Até esta semana, o senador tentou proteger as testemunhas ligadas ao governo federal e agora centrará fogo nos depoentes que passarão pela CPI na fase em que governadores e prefeitos serão inqueridos sobre suas responsabilidades na pandemia.

Rogério e os outros três senadores bolsonaristas que compõem a bancada governista na CPI, Jorginho Mello (PL-SC), Eduardo Girão (Podemos-CE) e Luiz Carlos Heinze (PP-RS), esperam retirar dos ombros de Jair Bolsonaro a responsabilidade pela má gestão da pandemia e transferi-la aos governos estaduais e municipais.

Leia também: Meio milhão de mortos por covid: o que Bolsonaro (não) fez até esta marca

Fugiram

Porém, o comportamento de Wilson Witzel mostrou que a missão não será simples para os bolsonaristas da CPI. O ex-governador do Rio de Janeiro falou por 3h20 minutos e não poupou argumentos para atacar Jair Bolsonaro, Diante de uma plateia de aliados do presidente, como o deputado federal Hélio Lopes (Republicanos-RJ) e o filho do mandatário, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), que não é membro da comissão.

Em seu depoimento, Witzel afirmou que Bolsonaro deixou os governadores à mercê da desgraça e que o presidente é “o único responsável pelos 450 mil mortos que estão aí tem nome, endereço e tem que ser responsabilizado, aqui, no Tribunal Penal Internacional, pelos fatos que praticou.”

Interrompido por Flávio Bolsonaro, Witzel afirmou que o filho do presidente deveria ser “um pouquinho mais educado e menos mimado”. É importante lembrar que o ex-governador do Rio de Janeiro foi aliado da família Bolsonaro nas eleições de 2018 e recebeu o apoio do clã no pleito.

Witzel respondeu as perguntas do relator da CPI da Covid, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e do relator Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Porém, quando o bloco governista começaria a questionar, o ex-governador levantou e anunciou que se retiraria.

Witzel foi à CPI protegido por um habeas corpus que lhe dava o direito, inclusive, não comparecer na comissão. Preferiu ir e se retirou estrategicamente no momento em que passaria de algoz para réu, deixando governistas abandonados e inconformados com a oportunidade perdida.

Na quinta-feira (17), seria a vez do empresário Carlos Wizard, contumaz defensor da cloroquina, negacionista dos efeitos clínicos da pandemia e figurante entre os aliados de Jair Bolsonaro. No entanto, o bolsonarista, sem qualquer aviso prévio, fugiu dos senadores e não compareceu para o depoimento.

Por ordem da CPI, Wizard se tornou alvo de um pedido de condução coercitiva, que ainda não foi entregue ao empresário, já que a Polícia Federal não o localizou em seus endereços. Portanto, o bolsonarista é, neste momento, foragido da comissão.

Segundo seus funcionários, escutados pela Polícia Federal, Wizard estaria na Cidade do México. O empresário é apontado como um dos integrantes do chamado “Ministério da Saúde paralelo”, que aconselhava Jair Bolsonaro durante a crise da pandemia do coronavírus, mesmo sem qualquer conhecimento técnico sobre acerca de medicina.

Saiba mais: Exclusivo: “gabinete das sombras” fez visita secreta ao Ministério da Saúde

Investigados

Na última sexta-feira (18), Calheiros anunciou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, os ex-ministros da Saúde Eduardo Pazuello e das Relações Exteriores Ernesto Araújo, e o ex-secretário de Comunicação Social da Presidência, Fábio Wanjgarten, saem da condição de depoentes e se tornam investigados pela CPI.

Além dos integrantes da linha de frente do governo, também serão investigados o médico Paolo Zanotto; a médica Nise Yamaguchi; o empresário Carlos Wizard; o ex-assessor de Bolsonaro, Arthur Weintraub; Mayra Pinheiro, conhecida como “capitã cloroquina”; Elcio Franco, ex-secretário executivo do Ministério da Saúde; entre outros.

Veja também: Nº 2 de Pazuello, que ostentava "faca na caveira", depõe na CPI sobre falta de vacina

Editado por: Rodrigo Chagas
Tags: wilson witzel
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