Casteladas, a coluna de aforismos e pensamentos, traz o gênero literário conhecido por ser o oposto do calhamaço. A frase curta – ou o fragmento – de alegria instantânea, a serviço do humor.
Golpe está virando uma tradição mundial, como o Réveillon, só que com tanque.
O papa passou vinte anos no Peru, aprendeu o idioma, virou cidadão. Para Trump, isso se chama imigração ilegal.
Ormuz e Trump: dois estreitos.
Redes sociais. O único lugar onde o analfabeto funcional encontra voz.
O Brasil tem 214 milhões de técnicos de futebol e nenhum treinador.
Liberal. Radical que arrumou emprego.
Continuo escrevendo porque preciso fazer alguma coisa enquanto o mundo degenera. É como tricotar, só que sem o cachecol.
Polícia de São Paulo: uma câmera no peito, um tiro na cabeça.
Quando o certo for o errado, minha vida dará certo.
O problema não é perder a Copa. É descobrir que a gente acreditou de novo.
Trump conseguiu o impossível: tornar o Irã simpático.
Depois da prisão domiciliar, não se ouviu um soluço, um arroto, um peido. Só o ruído da solda na tornozeleira.
O articulista ideal para a mídia hoje é aquele com currículo que impressiona e opinião que não ameaça.
**Este é um artigo de opinião e não necessariamente representa a linha editorial do Brasil do Fato.

