Casteladas, a coluna de aforismos e pensamentos, traz o gênero literário conhecido por ser o oposto do calhamaço. A frase curta – ou o fragmento – de alegria instantânea, a serviço do humor.
Dudu mora numa mansão cinematográfica no Texas. Ela está sendo chamada de Dark House.
O brasileiro, que já aceita tanta coisa, ainda vai ter que aguentar Neymar jogando de cabelo azul na Copa.
Luciano Huck chama de dependência ao Bolsa Família aquilo que o pobre chama de almoço.
Uma imagem com Trump vale mais que 134 milhões de reais?
Penso, logo sou chamado de comunista.
A Meta criou um aplicativo para comunidades anônimas discutirem entre si. No passado, isso se chamava bar.
A ignorância também é um projeto de nação.
Deus criou o Homem. O WhatsApp criou o tio.
Como o país que inventou a ópera não sabe reconhecer esse drama exagerado de Carla Zambelli?
A interpretação de político honesto de Flávio Bolsonaro está superando a de Jim Caviezel.
Os Estados Unidos gostam muito de liberdade. Principalmente da liberdade de decidir a liberdade dos outros.
A História está cheia de Estados assassinados por seus próprios salvadores. O da vez é Israel.
Cinema brasileiro 2026: uma câmera na mão, nenhuma ideia na cabeça, e 61 milhões no Texas.
“Eu posso ter mentido, voltado atrás, enganado de novo, mas também não precisava todo mundo conferir” – disse Flávio.
Hollywood inventou o faroeste. A França, a nouvelle vague. O Brasil criou o gênero lavagem de dinheiro.
* Este é um artigo de opinião e não necessariamente representa a linha editorial do Brasil de Fato.

