Em parceria com o governo do estado, o município de Maricá, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, está implantando novos espaços de leitura e inclusão digital. Chamadas de ‘Girotecas’, as unidades vão reunir acervos físicos e digitais, computadores, tablets e equipamentos de apoio a atividades culturais, educativas e comunitárias.
A primeira secretaria a ser contemplada foi a de Direitos Humanos com cinco Girotecas. Os espaços serão instalados nos polos de Bambuí, Itaipuaçu e Pedreiras do programa Cultura de Direitos; no Centro de Apoio a Imigrantes e Refugiados (CMAIR), no Centro; e na sede do Programa Marielle Franco, em Eldorado.
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Ao todo, nessas nessas cinco unidades serão disponibilizados 10 mil livros impressos e 20 mil obras digitalizadas, além de 200 tablets, impressoras, mesas tecnológicas, televisores e outros equipamentos. “Levar livros, equipamentos digitais e acesso à informação para os polos do Cultura de Direitos e o CMAIR é também ampliar as possibilidades de aprendizado, autonomia e participação da população. A leitura é uma ferramenta de cidadania”, declarou o secretário de Direitos Humanos, João Carlos Lima, o Birigu.
A iniciativa é resultado de uma cooperação articulada pela Secretaria Municipal de Representação e Articulação Institucional (Serai) com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, e integra o programa Portas para o Saber nos Municípios.
Cada núcleo será estruturado com livros impressos, obras digitais, tablets, computadores, notebook, impressora, televisão, projetor, mobiliário e mesa tecnológica. A ideia é que os espaços funcionem não apenas como bibliotecas, mas também como ambientes de convivência, estudo, formação e produção cultural.
A implantação das ‘Girotecas’ também reforça a política de Maricá de incentivo à leitura. Além da Festa Literária Internacional de Maricá (Flim), a cidade conta com 14 bibliotecas, 38 salas de leitura e cerca de 500 salas de aula com espaços dedicados à atividade.
