Mostrar Menu
Brasil de Fato
ENGLISH
Ouça a Rádio BdF
  • Apoie
  • TV BdF
  • Radioagência
    • Podcasts
    • Seja Parceiro
    • Programação
  • Regionais
    • Bahia
    • Ceará
    • Distrito Federal
    • Minas Gerais
    • Paraíba
    • Paraná
    • Pernambuco
    • Rio de Janeiro
    • Rio Grande do Sul
  • I
  • Política
  • Internacional
  • Direitos
  • Bem viver
  • Opinião
  • DOC BDF
No Result
View All Result
Mostrar Menu
Brasil de Fato
  • Apoie
  • TV BDF
  • Radioagência
    • Podcasts
  • Regionais
    • Bahia
    • Ceará
    • Distrito Federal
    • Minas Gerais
    • Paraíba
    • Paraná
    • Pernambuco
    • Rio de Janeiro
    • Rio Grande do Sul
Mostrar Menu
Ouça a Rádio BdF
No Result
View All Result
Brasil de Fato
Início Internacional

TENSÃO

Irã anuncia prisão de 17 espiões da CIA; parte deles é condenada à morte

Donald Trump diz que notícia é falsa; tensão entre países, com sanções e escaramuças, cresceu nos últimos meses

22.jul.2019 às 15h28
São Paulo (SP)
Tiago Ângelo
Teerã não deu detalhes sobre quantos prisioneiros vão enfrentar penas longas e quantos enfrentarão a pena capital

Teerã não deu detalhes sobre quantos prisioneiros vão enfrentar penas longas e quantos enfrentarão a pena capital - Foto: Blondinrikard Fröberg/Flickr CC

O Irã anunciou nesta segunda-feira (22) a prisão de 17 cidadãos que supostamente estariam trabalhando como espiões para a CIA, agência de inteligência dos Estados Unidos. Segundo o governo iraniano, alguns dos detidos serão condenados à morte. 

Em comunicado, o chefe de espionagem do Ministério de Inteligência do país, cujo nome não é conhecido publicamente, disse que aqueles que “haviam colaborado consciente e deliberadamente” com a CIA foram entregues à Justiça e condenados à morte ou a “longas” penas de prisão. 

De acordo com a declaração, os espiões teriam sido presos entre março de 2018 e março de 2019 durante uma operação de desmantelamento. O comunicado do ministro da inteligência foi lido na TV estatal iraniana.

Teerã não deu detalhes sobre quantos prisioneiros vão enfrentar penas longas e quantos serão executados. Alguns dos detidos, no entanto, teriam cooperado “com total honestidade e provaram seu arrependimento”, concedendo informações sobre os EUA. 

O presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou que a notícia é falsa.

“Zero de verdade. Só mais mentira e propaganda (como a que eles derrubaram um drone) divulgada por um regime religioso que está fracassando e não tem ideia do que fazer. A economia deles está morta, e vai piorar ainda mais. O Irã é uma zona!”, disse o mandatário pelo Twitter. 

Já o secretário de Estado, Mike Pompeo, foi mais cauteloso e disse não ter elementos suficientes para comentar o caso. Mas lembrou que o Irã tem um "histórico de mentiras". 

Escalada das tensões

As tensões entre Irã e EUA aumentaram desde que Trump anunciou, em maio de 2018, a retirada do país do acordo relativo à manutenção do programa nuclear iraniano. Após a saída dos EUA do pacto, Washington restabeleceu as sanções contra a república islâmica, contrariando os demais signatários, que afirmam que Teerã sempre respeitou os compromissos do acordo. 

::: Ameaça de ação militar dos EUA, atritos e acusações: o que está acontecendo no Irã? :::

Ainda assim, Washington anunciou, em abril deste ano, a extensão das sanções ao petróleo iraniano a todos os clientes que negociavam com o país, elevando ao máximo a pressão contra Teerã. 

Em resposta, o Irã deixou de aplicar alguns dos compromissos do pacto, aumentando o enriquecimento de urânio e exigindo que os demais signatários cumprissem algumas de suas exigências, entre elas a de que os países europeus protegessem sua empresas para que elas seguissem negociando com Teerã.

Em vigor desde julho de 2015, o acordo nuclear foi assinado pelo chamado grupo 5+1 (EUA, Rússia, Reino Unido, França, China e Alemanha). O pacto tem como objetivo limitar o programa nuclear do Irã. Em troca, o grupo retirou as sanções que atingiam os setores de finanças, comércio e energia do país. Bilhões de dólares e de bens congelados foram liberados com o fim das imposições.

Golfo pérsico

O acirramento das tensões foi levado para o Golfo Pérsico depois que Washington reforçou sua presença militar na região. O país afirma que o Irã teria sabotado quatro navios no Estreito de Ormuz, em maio. Os EUA alegam ainda que Teerã estaria por trás de ataques contra petroleiros do Japão e Noruega, em meados de junho. O Irã negou qualquer envolvimento nos casos. 

Os EUA também acusaram o país de ter abatido um drone que supostamente sobrevoava águas internacionais. Teerã, que divulgou imagens do equipamento, afirma que ele foi derrubado após invadir o seu espaço aéreo. 

Na última semana, outros dois eventos elevaram ainda mais os conflitos na região. Na quinta-feira (18), os EUA anunciaram a derrubada de um drone iraniano que supostamente sobrevoava uma embarcação norte-americana. A república islâmica rebateu, afirmando que os EUA derrubaram um aparelho de sua própria marinha. 

O episódio mais recente ocorreu na sexta (19), quando a Guarda Revolucionária do Irã anunciou que havia detido um cargueiro com bandeira britânica que navegava no Estreito de Ormuz. O governo do país afirma que a embarcação fazia “contrabando” de combustível no Golfo. 

Segundo a porta-voz da primeira-ministra britânica, Theresa May, a captura é ilegal. “O navio foi capturado sob pretensões falsas e ilegais e os iranianos devem libertá-lo, assim como sua tripulação, imediatamente”, afirma o comunicado. 

Os 23 tripulantes do navio, majoritariamente indianos, permanecem na embarcação. Segundo o diretor da Organização de Portos e Navegação da província iraniana de Hormozgan, Alahmorad Afifipur, o navio está em uma “zona segura” do porto de Bandar Abbas.

Editado por: João Paulo Soares
loader
BdF Newsletter
Escolha as listas que deseja assinar*
BdF Editorial: Resumo semanal de notícias com viés editorial.
Ponto: Análises do Instituto Front, toda sexta.
WHIB: Notícias do Brasil em inglês, com visão popular.
Li e concordo com os termos de uso e política de privacidade.

Veja mais

INTERNACIONALISMO

Músico gaúcho integra missão da Flotilha da Liberdade de ajuda humanitária a Gaza

CONCLAVE

Papa Francisco não estava entre favoritos, relembra professor: ‘O imponderável ocorre’

PERDÃO A GOLPISTAS

Três dias após alta, Bolsonaro participa de ato esvaziado em Brasília e pede anistia

RESPIRO DEMOCRÁTICO

Após anos de desmonte, Lula retomou políticas e abriu diálogo com PCDs, avalia ativista

Alimentos sem veneno

Com alimentos sem veneno, Feira do MST é alternativa a ‘projeto de morte imposto aos brasileiros’, diz coordenadora

  • Quem Somos
  • Publicidade
  • Contato
  • Newsletters
  • Política de Privacidade
  • Política
  • Internacional
  • Direitos
  • Bem viver
  • Socioambiental
  • Opinião
  • Bahia
  • Ceará
  • Distrito Federal
  • Minas Gerais
  • Paraíba
  • Paraná
  • Pernambuco
  • Rio de Janeiro
  • Rio Grande do Sul

Todos os conteúdos de produção exclusiva e de autoria editorial do Brasil de Fato podem ser reproduzidos, desde que não sejam alterados e que se deem os devidos créditos.

No Result
View All Result
  • Apoie
  • TV BDF
  • Regionais
    • Bahia
    • Ceará
    • Distrito Federal
    • Minas Gerais
    • Paraíba
    • Paraná
    • Pernambuco
    • Rio de Janeiro
    • Rio Grande do Sul
  • Radioagência
    • Radioagência
    • Podcasts
    • Seja Parceiro
    • Programação
  • Política
    • Eleições
  • Internacional
  • Direitos
    • Direitos Humanos
    • Mobilizações
  • Bem viver
    • Agroecologia
    • Cultura
  • Opinião
  • DOC BDF
  • Brasil
  • Cidades
  • Economia
  • Editorial
  • Educação
  • Entrevista
  • Especial
  • Esportes
  • Geral
  • Meio Ambiente
  • Privatização
  • Saúde
  • Segurança Pública
  • Socioambiental
  • Transporte
  • Correspondentes
    • Sahel
    • EUA
    • Venezuela
  • English
    • Brazil
    • BRICS
    • Climate
    • Culture
    • Interviews
    • Opinion
    • Politics
    • Struggles

Todos os conteúdos de produção exclusiva e de autoria editorial do Brasil de Fato podem ser reproduzidos, desde que não sejam alterados e que se deem os devidos créditos.